quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Azar no jogo...

Eu NUNCA ganhei nada. Jogo na mega sena por fé em Deus mesmo. Uma vez fui num desses bingos beneficentes de interior, e fizeram a tal da "Cartela Extra", que o prêmio seria metade do que arrecadassem com a venda das cartelas extras. Chegamos em um prêmio de R$ 500,00, que não é de todo mal pra um binguinho beneficente.
Fui marcando uma por uma, e parecia que ia ganhar. Quando o cara cantou a última bola da minha cartela, gritei um "Bingo!" tão forte que quase abafou o "Bingo" que uma velha gritou.
Bom, fomos levados ao desempate: Teríamos que tirar uma bola do saco (não do meu, porque aí não seria justo com a velha). Eu tirei o número 8, e a velha tirou o 93. Quase engoli a pedrinha.
Ganhei o pano-de-prato da Segunda-Feira como prêmio de consolação, e ela levou 500 mangos! Isso só deve consolar a mãe de quem bordou aquele pano. A merda é que ela doou os quinhentinhos pra instituição que promoveu o Bingo beneficente, coisa que eu não faria nem fudendo. Não por ser uma pessoa ruim, ou por não acreditar na idoneidade da instituição, mas é que já tinha feito planos com o dinheiro. E aí tive que chupar a manga de ver ela ter um ato bondoso com o prêmio que eu fiquei puto de perder.
Outra vez foi quando teve um sorteio de uma moto em uma balada na minha cidade do interior. Não que eu quisesse uma moto, mas eu poderia vendê-la e fazer mil coisas com o dinheiro. O sorteio seria pelo número do ingresso (numerado em ordem de venda). Gente, juro. Eu perdi a merda da moto por UM NÚMERO! Se eu tivesse chegado 14 segundos antes, ganhava a moto! Sim, e foi esse o tempo mesmo, porque eu tive que esperar o cara comprar pra poder comprar o meu ingresso. Já estava tão bêbado que eu chorei a noite inteira um choro doído, de lástima. Chorei tanto que o cara que ganhou foi informado e se sentiu mal...veio me propor que eu comprasse a moto dele, que venderia baratinho! Mas eu não queria comprar aquela merda. Queria ganhar!
A terceira vez foi um bingo beneficente (parte dois), só que valia um carro 0 quilômetro. A cartela custava 30 reais, e a cidade inteira estava participando do sorteio, num ginásio. Meu pai, quem comprou, não podia ir, me mandou. Eu alertei que era pé-frio, mas ele insistiu. Bom, pedrinha vai, pedrinha vem, uma hora o cara gritou: "Quem aí está faltando só um????!!!"
Era eu. Tremia feito Jão Paulo II (pra fazer jus ao nome do blog, uma vez na vida que seja).
Descemos eu e mais uma mulher no meio do ginásio. Só nós dois brigando por aquele carro. Foi uma a uma...até que ela deu um urro de "Bingo". Choveu uma chuva de prata nela, e eu fiquei com a maior cara de tacho da minha vida. Nem pano da segunda-feira eu levei nessa. Fiquei tão puto que rasguei a merda ali mesmo. E o pior é que a vaca é rica.
Outra vez que eu fui jogar Pôquer valendo dinheiro, fui o primeiro a sair da mesa. Nunca ganhei uma partida de War. Não ganho nem amostra grátis em supermercado.

Por isso eu acho que está na hora de começar a ter muita, mas muita sorte no amor!

Um comentário:

melina disse...

queridoo adoreiii!!
parace que vejo vc falandoo hahahaha...
bjaoooo